quarta-feira, 13 de outubro de 2010


Trabalho realizado em dupla: Ludymila Rangel e Camila Colombeki

Este texto é um resumo feito a partir das discussões, dos conceitos de "Gêneros Textual", realizado no dia 07 de outubro.

Gêneros textuais são a forma de como a linguagem oral e escrita se realiza em qualquer sociedade, seja em textos literários ou não, e caracterizam-se pela sua funcionalidade, seja ela cognitiva (conhecimento, aprendizagem), comunicativa( interação com o outro) ou institucional( relacionadas as instituições).
Os gêneros textuais podem ser divididos em cunho instrucional, correspondência pessoal, texto jornalísticos e cientifico.
Os textos instrucionais são aqueles que tem objetivo de orientar, instruir algo. Exemplos: bulas  de remédios, regras de jogos,folhetos explicativos, mapas de cidades etc.
Os textos de correspondências  pessoais  tem objetivo de fazer uma comunicação entre os interlocutores seja realizada de forma rápida e eficiente. Exemplos: cartas, bilhetes, telegramas, telefonemas, e-mail’s.
Textos jornalísticos têm objetivo de informar, instruir, relatar acontecimentos ou até mesmo nos persuadindo, manipulando as informações, tentando nos convencer sobre algo. Exemplos: revistas, jornais, rádio e televisão, internet.
Os textos científicos são aqueles que tem um discurso de conhecimento de ordem cientifica de acordo com o surgimento de novos fatos, e redigido em uma linguagem formal padrão, onde no início do texto o autor expõe sua ideias, seus dados, causa e efeito.
Existem diferenças entre gêneros e tipos textuais. Os gêneros textuais se estruturam em critérios externos(sócio-comunicativos e discursivos) e os tipos textuais em critérios internos(lingüísticos e formais). Sendo assim, texto é uma entidade concreta realizada materialmente e corporificada em algum gênero textual. E o discurso é aquilo que um texto produz ao se manifestar em alguma instância discursiva. O discurso se realiza nos textos.
“Os gêneros textuais constituem textos empiricamente realizados cumprindo funções em situações comunicativas” (MARCUSCHI,p.23)

Tipos Textuais
“Constituem sequências linguísticas ou sequências de enunciados no interior dos gêneros e não são textos empíricos” (MARCUSCHI,p.23)
Os tipos textuais são divididos em cinco categorias:
Descritivas: Apresenta uma oração simples,com o verbo estático no tempo presente ou imperfeito, com as suas características.
Narrativa: Apresenta uma ação, tempo, lugar, espaço com personagens.
Expositiva: Apresenta uma definição, ou um conceito.
Argumentativa: Defende as ideias, atribui as qualidades.
Injuntiva: Incita uma ação, uma ordem. “os textos injuntivos apresentam o predomínio de sequências imperativas” (MARCUSCHI,p.29)
Podemos dizer que, na classificação dos gêneros há: Intertextualidade intergêneros: um gênero com a função do outro, heterogeneidade: um gênero com a presença de vários tipos.
“Os gêneros são, em ultima análise, o reflexo de estruturas sociais recorrentes e típicas de uma cultura” (MACUSCHI,p.32)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

DA FALA Á ESCRITA...

Resumo do texto: DA FALA A ESCRITA OS SABERES DA ORALIDADE E O INÍCIO DE PRODUÇÃO ESCRITA de Maria Alice Fernandes de Sousa

terça-feira, 21 de julho de 2009

Minhas considerações finais sobre o portfólio eletrônico



Minhas considerações finais sobre o portfólio eletrônico

A principio não gostei, da idéia de um portfólio eletrônico, como método de avaliação.Pois nunca tinha montado um blog antes e tudo que é novo assusta, eu confesso que fiquei, muito assustada. Mas com o passar do tempo preciso agradecer o professor Ivan pois com sua idéia ousada vi o quanto fui capaz de dominar as ferramentas do blog, no inicio das postagens eu fiquei um pouco perdida, com tanta liberdade porque na faculdade estamos acostumados a escrever de acordo com as “normas”, e muito presos ao texto.
Esse desafio de escrever semanalmente, era muito complicado, porque eu penso muito rápido e quando eu vou escrever eu já apaguei umas dez vezes, o que escrevi antes. E sempre demora horas para postar um texto.Durante as aulas fiz uma estratégia de anotar, tudo que achava mais importante, assim fui organizando as minhas idéias e conseguindo escrever.Bem, esta disciplina me ajudou bastante na minha vida acadêmica, pois nestes próximos períodos terei que escrever, mais e não terei tanto medo, sei que estou no processo de aprendizagem e a caminhada é longa mais o primeiro passo eu já dei. A desrespeito aos propósitos gerais e dos descritores de avaliação, acredito que todos os objetivos foram alcançados,destacarei o cumprimento de prazos pois sempre os meus textos estavam no blog na data combinada. Finalizando gostaria de deixar uma sugestão ao professor, de acompanhar o blog dos alunos, semanalmente.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sintese Conclusiva

Durante esse período,que estudei na disciplina de escola espaço político pedagógico, percebi o quanto eu não sabia nada sobre o “currículo” era totalmente “leiga”, não fiz o meu ensino médio em formação de professores então, a minha visão de escola é sobre a perspectiva de uma aluna. Entretanto agora já posso até dá uma aula sobre “currículo” (brincadeirinha).
No texto do Libâneo através da minha reflexão, observei que são diversas as causas pelo fracasso na educação, a principal questão é a qualidade do ensino, que está cada vez mais precária, com a “onda” de aprovação automática.
No segundo texto do Antonio Flávio e Vera Maria Candau destacarei o “currículo oculto” que na maior parte passa despercebido pelo professor, valores, atitudes e preconceituosa transmitido através de ações no cotidiano escolar. Já nos textos de Sacristán, o que ficou claro para mim é que o professor é o responsável em adaptar o “currículo” com prática escolar, ou seja associar a teoria com a pratica da sala de aula.Isso ficou bem claro no texto 4 de Sacristán.
Texto 5, trata das questões do livro didáticos, como o professor utiliza os livros, sendo seu único elemento, o professor não planeja aula, ele observa os exercícios e passa as atividades aos seus alunos, os alunos não expõem suas opiniões, não discute então acabam memorizando invés de aprender.
Texto 6, o professor como mediador da teoria com a prática, e exerce sua autonomia não sendo apenas um discurso, mais colocar seus alunos para pensarem e questionar.
Por este motivo, é necessário que o professor amplie sua cultura através de conteúdos, informação, estratégia de pensamento, para que atue de modo critico nas diversas situações cotidianas, a formação continuada é indispensável.
No dia 7 de julho de 2009, estudamos o texto O Currículo Modelado pelos professores, a primeira parte do capitulo, enfatiza autonomia, o professor como o principal responsável a adaptar o currículo á sua prática na sala de aula,o professor é quem sabe as dificuldades de seus alunos, quais atividades devem ser utilizadas com sua turma, quais os alunos tem maiores facilidades, pois quem planeja a aula é o professor.
“O professor não decide sua ação no vazio, mas no contexto da realidade de um local de trabalho, numa instituição que tem suas normas de funcionamento marcadas ás vezes pela administração, pela política curricular, pelos órgãos de governo de uma escola ou pela simples tradição que se aceita sem discutir”.
O corpo docente é obrigado se adequar, à estrutura da instituição a qual trabalha,tanto privada ou pública, sem emancipação segue as normas ou é demitido.

· Significados, Dilemas e Práxis

Alguns pré-conceitos são questões culturais e sociais. Logo no 2ºparágrafo apresenta uma pesquisa que professores que lecionam matérias exatas, considera mais importante à educação cientifica para os meninos do que as meninas. Sabemos que tanto os meninos e meninas têm a capacidade de estudarem o mesmo conteúdo.
Segundo o autor Taner o papel do professor é dividido por níveis.
1º) Nível imitação-manutenção, professores guiados apenas pelos livros-didáticos,apenas reproduzindo.
2º) Nível, o professor como mediador na adaptação dos materiais, dos currículos ou das inovações nas condições concretas da realidade na qual atua.
3º) Nível, o professor criativo, que junto com seus companheiros, discute, pensa o que fazer e encontrar soluções aos problemas.

· Concepções epistemológicas do professor
“O professor é o decisivo e imediato mediador das aprendizagens dos alunos, e posto que atitude que ele mantenha frente ao conhecimento condiciona ..”
A criticidade do professor, não é vinculado a uma cultura ampla é restrita a determinados modelos educativos.

· Dimensões do conhecimento nas perspectivas dos professores
Como se concebe / Como se ordena/ Como se valida

O conhecimento é modelado pela cultura. Um bom exemplo, foi à fala da colega Camila quando nos contou que sua avó colocava prego para cozinhar no feijão.Isso é uma crença popular, que passou por gerações que hoje não “enquadra” em nossa realidade.
O autor aponta a ausência de criticas, pesquisas e hipóteses e sempre acreditando nos discursos teóricos e o professor como aquele que repassa a informação.
O conhecimento é dado em lugares distinto, não apenas na escola.

· Estrutura social do trabalho profissional e seu poder de mediação no currículo
“O individualismo profissional é coerente com uma função restrita do papel profissional e do professor, pois resulta cerceadora de aspectos educativos que requerem a atuação coletiva...”
O professor não deve trabalhar isoladamente, ele precisa do coletivo de opiniões diversas para fazer um diferencial na sala de aula.
GIMENO SACRISTÁN, J. O curriculo : uma reflexão sobre a prática. 3 ed, Porto Alegre. Artmed, 2000.

sábado, 4 de julho de 2009




No dia 30 de junho de 2009,o professor Ivan passou uma atividade qual tivemos que analisar alguns livros-didáticos, eu escolhi dois livros de Estudos Sociais da antiga 1º serie do ensino fundamental, o livro que estudei Viver e Aprender ano 1993 e outro que meu irmão estudou- Coleção Marcha Criança ano 1998.

Viver e Aprender
Características:
· O livro não é ilustrado, não possui fotos e desenhos.
· Não há conexão com a realidade social.
· Não há conexão com o cotidiano da criança e nem exercícios interativos.

Coleção Marcha Criança
Características:
· Possui conexão interdisciplinar com conteúdos diversos.
· Há uma preocupação com o currículo oculto, em relação ao preconceito, aparece em diversos momentos vários tipos de crianças uma negra, uma branca, uma japonesa.
· Há dados e fatos importantes em uma linguagem clara e objetiva.

sexta-feira, 3 de julho de 2009



No dia 23 de junho de 2009, estudamos o texto de GIMENO SACRISTÁN. O currículo apresentado aos professores na qual a principal questão é a despreocupação do professor em relação ao currículo e o uso dos livros- didáticos como suporte para aula ou às vezes sendo o único elemento.
A maioria dos professores leciona em diversos colégios e acaba não tendo tempo, não planeja a aula como deveria então ele pega o livro didático e observar superficialmente se contém alguns dados importante (se é ilustrado, se contém dados atualizados, se o conteúdo e parecido do ele está querendo trabalhar na sala de aula). Sabemos que existem várias maneiras para o professor dinamizar a aula através de filmes, músicas, jornais, revistas, o computador etc. E importante o professor está atualizados e o domínio das tecnologias ajuda nessa atualização e a instituição escolar não pode ficar “desatualizado”, hoje em dia as crianças utilizam o computador para brincar, ter grupos de amigos, etc. Não dá para o professor ignorar esse fato e se prender somente a matéria, sem se adaptar as novas tecnologias.

Algumas características da tarefa do professor:

· O material didático deve ser usado por períodos curtos.
· Aulas didáticas com trabalhos, exposições, perguntas dos alunos aos professores com respostas. E trabalhos extra-classes
· Inovar sempre nas aulas porque cada turma possui suas características.
· Ao encontrar falhas no livro didático o professor junto com a turma deve comunicar os editores.

Algumas características da tarefa do aluno:

· O aluno levar sugestões de temas atuais, questionamentos para discutir em sala
· Durante sua aprendizagem o ideal é ler, compreender, fazer os exercícios propostos.

GIMENO SACRISTÁN,J. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. ed., Porto Alegre: Artmed, 2000.